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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Reach Out for the Light




Muita gente hoje guarda e alimenta muita coisa desnecessária dentro de si. Vemos pessoas gritando aos quatro ventos o que elas detestam, não suportam, não compactuam, etc...
confesso que já fui assim. Já fui de não aceitar o jeito dos outros, de não entender e absolutamente não me dar com certos pensamentos, atitudes ou situações. Mas foi quando aprendi a lidar com tudo isso sem repelir a tudo que me parecia desagradável, foi que as coisas se tornaram muito mais interessantes.

Eu era uma pessoa mais pesada nessa época, eu não entendia que quanto mais eu repelia certas cosias, mais elas eram impelidas e mim, e me afetavam. Isso passava a fazer parte de mim, mas de forma negativa, me causavam pesar, rancor, pensamentos degenerativos.
O que aprendi a fazer de alguns anos pra cá foi a respeitar todo tipo de pessoa, comportamento, pensamento ou o que quer que fosse. E com certeza dessa forma me tornei mais tranquilo, mais leve, menos suscetível a alterações de comportamento, humor e sentimentos por influência de terceiros.

Nunca me esqueci de uma aula de Direito Penal em que a professora Silvana nos explicou de fato, como é a vida e a história de uma pessoa que se senta na cadeira dos réus num tribunal do juri. Em como é ridículo e injusto pessoas que vivem numa realidade decidirem a pena de uma que nasceu, viveu e vai morrer em uma realidade completamente diferente. Apartir desse dia, aprendi a relativizar o que e como penso sobre as pessoas e as situações... cada mente um universo, cada coração, um motivo, cada vida, uma história.

Com isso aprendi que cada ação, de cada pessoa, não pode ser interpretada pela minha cabeça, que é construída pelas minhas experiências, minhas convicções e meus conceitos... seria muita pretensão minha querer interpretar com exatidão a ação de alguém que pode ter feito por motivos que me fogem completamente à razão ou à lógica. Enfim, aprendi a não pensar além dos fatos, e a nunca tirar conclusões conversando com metade das partes envolvidas em algo.

Aprendi a não condicionar em nada a minha vida à dependência de ações dos outros, até porque sempre detestei depender dos outros, ou mesmo deixar que atitudes alheias me influenciassem.
E a parte do rancor, é claro, só consegui superar completamente com a paz e o amor de Deus, ensinada por Jesus e praticada diariamente pelo Espírito Santo.

Desejo que mais e mais pessoas compreendam e vivam isso. amém.

3 comentários:

Melissa Balsa disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Marcos Carvalho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Geisa disse...

... suas palavras parecem verdade absoluta...